quinta-feira, 4 de maio de 2017

Instalação do Conselho Consultivo deve acontecer a 10 de Julho Conselho de Administração da AEViVer delibera avançar com alargamento territorial ao Vale do Homem (Amares, Vila Verde e Terras de Bouro).

O Conselho de Administração da AEViVer- Associação Empresarial de Vila Verde acaba de deliberar sobre o alargamento do âmbito de acção/intervenção aos restantes municípios do Vale do Homem, Amares e Terras de Bouro.
«Os primeiros contactos preliminares, junto dos responsáveis municipais, já foram feitos e há uma ideia comum: Amares e Terras de Bouro precisam de uma dinâmica comercial e empresarial mais forte», avança o recém-empossado presidente da instituição, Jorge Pereira. «Vamos formalizar as propostas e pôr o processo em andamento», revela.
O processo de alargamento ao Vale do Homem inicia-se de imediato e deve ficar formalizado «até ao próximo mês de Julho», decidiu o Conselho de Administração, na primeira reunião ordinária do órgão, realizada esta quarta-feira (03 de Maio).
«Vamos unir os diferentes intervenientes locais de Amares e Terras de Bouro, juntá-los e dar mais força à intervenção conjunta em prol do desenvolvimento e afirmação económica dos dois concelhos», refere Jorge Pereira. «Unidos seremos mais fortes», assinala.
CONSELHO CONSULTIVO
A primeira reunião do órgão executivo da AEViVer serviu ainda para deliberar no sentido da instituição e instalação do Conselho Consultivo, um órgão de consulta e apoio ao CA.
O novo órgão deverá ser igualmente instalado até ao próximo dia 10 de Julho, altura em que será realizada uma Assembleia-Geral Extraordinária da AEViVer, que deliberará sobre a revisão dos Estatutos (que privilegiará já o alargamento ao Vale do Homem) e outras decisões internas.
O Conselho Consultivo deve reunir algumas das forças vivas dos três municípios do Vale do Homem (Amares, Vila Verde e Terras de Bouro) e uma representação alargada do tecido comercial e empresarial da área de abrangência, assim como os presidentes dos órgãos nos dois mandatos anteriores.
CANDIDATURA PARA FORMAÇÃO
A candidatura para formação de desempregados de longa duração, recentemente aprovada, a rondar os 400 mil euros, já mereceu uma avaliação técnica do Conselho de Administração. «Vamos abrir o processo a entidades parceiras e avançar com o mesmo nos mais curto espaço de tempo, de acordo com a determinação imposta», assinala Jorge Pereira.
A ordenação da listagem de associados, bem como a distribuição de pelouros ocupou ainda parte da primeira reunião do CA da AEViVer.

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